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27 septembre 2013 5 27 /09 /septembre /2013 12:05

Traduction en portugais par Patricia Ridolfi, avec mes plus vifs remerciements.

O forte de Limaie detalhe do vitral de sirgagem

O forte de Limaie detalhe do vitral de sirgagem

Nascimento da cidade : motivos militares

A cidade de Pont-de-l’Arche nasceu após a construção de fortes militares constridos no terrotório de aldeia de Damps. Uma ponte de madeira foi posta sobre o Sena, à partir de 862, e protegida por dois fortes, un de cada lado do rio.

O cateiro dessas defesas, que marca o reion de Charles II ( Carlos II), denominado o Calvo, foi decidido e oficialisado durante os julgamentos de Pîtres. Por volta de 869, a ponte et dois fortes parecem terem sido acabados. Eles serviram sobretudo em 885 durante a ofenciva geral das forificações, fortalezas.do Norte, tendo por objetivo a ocupação de Paris. A ponte “ de l’Arche” (quer dizer da fortaleza) serviu à atrasar o avanço dos Noramandos. Estes tiveram quatro meses à ganhar Paris desde o embarcadour do Sena. No entanto, os reis dos Francos custaram à mobilisar plenamente as tropas dos vassalos. Desta forma o forte de Pont-de-l’Arche careceu provavelmente de homens de guarnição. Gullaume (Guilherme) Caillou, monge que tingiu as cronicas de Jumièges, foi relembrada un século e meio mais tarde, e apesar de varias imprecisões, foi que reforços francos vieram aos Damps para refoçar a guarnição da ponte de l’Arche. En vão, pois.

Foi perdido o fio da hitoria durante um lapso de tempo onde se articulam a queda do poder dos reis francos en favor aos duques da Normandia. O que aconteceu com a ponte depois de 911, data do nascimento da Noramndia?

En todos caso sabe-se a parqóuia de Pont-de-Arches aparece numa carta de Ricardo II, en 1020, qui concede à abadia de Jumière vários direitos esirituais sobretudo financeiros (especialmente sobre o trafico fluvial).

A cidade parece ter sido desenvolvida em torno da ponte, obra que necessitou a sirgagem dos barcos e oferecia a possibilidade de receber direitos de passagem.

Nascimento da cidade : motivos militares

 

O forte de Limaie detalhe do vitral de sirgagem

 

A cidade de Pont-de-l’Arche nasceu após a construção de fortes militares constridos no terrotório de aldeia de Damps. Uma ponte de madeira foi posta sobre o Sena, à partir de 862, e protegida por dois fortes, un de cada lado do rio.

O cateiro dessas defesas, que marca o reion de Charles II ( Carlos II), denominado o Calvo, foi decidido e oficialisado durante os julgamentos de Pîtres. Por volta de 869, a ponte et dois fortes parecem terem sido acabados. Eles serviram sobretudo em 885 durante a ofenciva geral das forificações, fortalezas.do Norte, tendo por objetivo a ocupação de Paris. A ponte “ de l’Arche” (quer dizer da fortaleza) serviu à atrasar o avanço dos Noramandos. Estes tiveram quatro meses à ganhar Paris desde o embarcadour do Sena. No entanto, os reis dos Francos custaram à mobilisar plenamente as tropas dos vassalos. Desta forma o forte de Pont-de-l’Arche careceu provavelmente de homens de guarnição. Gullaume (Guilherme) Caillou, monge que tingiu as cronicas de Jumièges, foi relembrada un século e meio mais tarde, e apesar de varias imprecisões, foi que reforços francos vieram aos Damps para refoçar a guarnição da ponte de l’Arche. En vão, pois.

 

Foi perdido o fio da hitoria durante um lapso de tempo onde se articulam a queda do poder dos reis francos en favor aos duques da Normandia. O que aconteceu com a ponte depois de 911, data do nascimento da Noramndia?

En todos caso sabe-se a parqóuia de Pont-de-Arches aparece numa carta de Ricardo II, en 1020, qui concede à abadia de Jumière vários direitos esirituais sobretudo financeiros (especialmente sobre o trafico fluvial).

A cidade parece ter sido desenvolvida em torno da ponte, obra que necessitou a sirgagem dos barcos e oferecia a possibilidade de receber direitos de passagem.

 

Desinvolvimento de um praça forte : competição na luta entre os dois reis da Ingaterra e da França

 

Pont-de-l'Arche aparece em seguida mais claramente nos arquivos das lutas entre Ricardo II Coração de Leão, duque de Noramndia e rei da Inglaterra, e Philippe II Auguste, rei de França. Ricardo Coração de Leão fez renovar a ponte da cidade e deu meios necessários à fundação da abadia de Bonport (dois kilometros de Pont-de-l’Arche). Nas lutas entre os dois monarcas, o castelo de Vaudreuil foi destruido o que, assm que o rei da França tomou posse da Normandia, facilitou a escolha de Pnot-de-l’Arche como sede militar local. Na verdade, Philippe Auguste fez de Pnot-de-l’Arche seu principal lugar de residencia na Normandia. Ele fez foritficar a cidade por muralhas de pedra talhada de Vemon ainda visiveis hoje en dia. Ele fez o mesmo pelo forte de Limae, situado do outro lado da ponte, margem direita, onde ele bloqueava o acesso, tal como um bureiro. Este forte era dotado de uma torre philipienne que era um oservatorio ideal sobre a circulaàéao fluvial e o sirgagem dos barcos. Os atributos geográficos, aliados aos atributos militares, fizeram que a cidade se torne a sede de um magistrado de Rouen. A data deste estabelessimento nos escapa.

 

 

O papel de Pont-de-l’Arche no dominio terriotorial e da policia interior

A base militar apresentava várias vantajens, tanto pelo dominio territoral perante à enventuais envasores que pela policia interior do reinado. Pont-de-l’Arche permetia o dominio da circulação fluvial e, então o abstecimento de Rouen, cidade que poderia cair nas mãos inimigas.

Isto foi a rasão pela qual nossa cidade foi desafio durante os combates que opuseram os reis de Inglaterra e da França durante a guerra dos cem anos.

Assim Henri V, Henrique V rei de Inglaterra, tornou-se mestre de Pont-de-l’Arche em 148. A cidade conheceu então uma ocupação inglesa até 1449. Em 1346, Eduardo III néao pode tomar Pont-de-l’Arche e prosegui a calvagada para Nantes.

Sobretudo, a cidade oferecia uma base de retraguada ideal no caso de um ataque da capital de alta Normandia :

- no contexo de uma luta contra a Liga do bem publico, em 1466, Luis XI estabeleceu um campo no vale situado entre Pont-de-l’Arche et Pont-Saint-Pierre e isto após ter reconquistado o forte de Limae que tinha sido caido entre mãos de nobres de Louviers, coligados.

- em 1589, as tropas de Henrique IV, que segiaram Rouen, foram abastecidas a partir de Pont-de-l’Arche. Prevcisões que o governardor da cidada, Leblanc du Rollet tinha, entre os promeiros, aberto as portas da cidade à Henrique IV, rei contestado. Esse monarca tinha, em agradecimento, gratificado as armas da cicade de tres flores de lys reais. A cidade descreve o brasão desde então: de areia à ponte de prata construida de areia, ao chefe consturado de azur (azul) carregado por tres flores de ouro.

 

Bastilha descentrada de Rouen, Pont-de-l’Arche, era uma base de retirada em caso de revolta do povo normando. Era um lugar de segurança na medida onde não havia muitos habitantes aqui para provocar uma revolta ultrapassando as forças de policias locais. No mais, dominar a cidade nõ era suficiante:era necessario tomar de assalto o forte de Limae, do outro lado do Sena. Pont-de-l’Arche era então, por motivos de policias interior, de dominar o territorio em caso de guerra, um lugar estrategico:

- foi assim que os protestantes de roeuneses dominaram a cidade, em 1562, com 6 peças de artilharias na esperança de fazer um ganho. Eles se emararam diretamente do poder real, mais en vão pois a cidade ficou fielmente catolica.

- em 1650, a Fronde perturbou a utilidade das fortificações da cidade: o duque de Longueville utilisou a guarnição militar e o castelo contra o poder real. O conte d’Harcourt, que prtegia a viajem do monarca na Normandia, recebeu uma ordem de investir a praça. Ele foi acampar perto do muro com a ajuda dos habitantes que havaim apontado tres canões contra o castelo, do outro lado do Sena. O duque de Longueville se serviu deste lugar forte como um arguemento suplementar par negociar a paz com o rei. As muralhas de Pont-de-l’Arche, ainda visiveis hoje en dia, tornaram-se uma arma diante eventuais rebeldes.

O parlamento da Normandia e o povo de Rouen pediram várias vezes o encerramento destes aqui citados. Noentanto, os nobres que recebiam direitos sobre a cidade negociaram o manteve das foritficações.

 

Pont-de-l’Arche e a cobiça dos privilégios reais sob o Antigo Régime

As ambições não eram raras que olhavam Pont-de-l’Arche com interesse. A cidade contava com varias taxas que atiravam a avidez.

- a taxa do governador da cidade (policia militar local) : os mais nobres que obtiveram do rei os direitos de governar a cidade foam : Concini, marechal d’Ancre e aliado de Maria de Médicis, Albert de Luynes, Jean-Baptiste d’Ornano, Richelieu.

- 4 tribunais : o tribunal de primeira instancia (o magistrado), o recohlimento do imposto da talha (o trabalho do tabelião), o celeiro de sal ( sua venda era um monopolio de Estado) e a administração da águas e das florestas. Esses tribunais atiravam muitos oficais reais na cidade;

- os direitos menores (direitos de passagem sobre a ponte, direito de venda, direito de outorga....) Restaram um desquilibrio destas taxas: entre outros, a fabrica de lençois durou um certo tempo, a cidade de Pont-de-l”Arche não conhcecia nenhuma industria que alimentasse 1700 habitantes que a cidade contave nas vésperar de Revolução franscesa. Ela era que nada menos que a sede da administração local.

 

 

 

 

 

A Revolução franscesa e o Império ou o fin dos privilégios

A Revolução franscesa pois os ponteiro em ordem quendo fez de Louviers a sede da administração local : o papel militar e Pont-de-l”Arche tinha cedido desde muito tempo os beneficios em prol dos ganhos vindos da industria de manufaturas de Louvies, cidade bem mais populada. Em 1790, Elbeuf nõ foi incluida no novo departamento do Eure divido ao recuso de Louvier de coabiatar com seu concorrente fabricante de lençois. Essas dua cidades puderam então se torrnarem as sede da circunscrição.

Fora um juiz de paz e da municipalidade, Ponr-de-lArche perdeu toda função administrativa. Durante a Revolução, as novas municipalidade archéoontaines, archéopontenas, conheceram as mesmas disputas que aquelas que disputaram os nobres de antes a revolução. Todavia, essas eram publicas.

Após 1792, os republicanos avançados tomaram a politicas local. Alexandre de la Fleurière foi administrador de Criquebeuf. Esses dois hommes foram cassados por reação de terminador de 1795. Os pricipais problemas que a cidade conheceu durente esse periodo contituem as disputas entre os regimes do exércio revolucionario e os habitante os mais ligados ao culto católico. Eles conssistiam,sobretudo a famina. Esta era tão atroz que em variios lugares e que os habitants da cidade, desde longos séculos, ajudavam os barcos a passar a ponte que barrava o Sena. Eles puxaram os barco de trigo destinados à população de Paris mais de ventre vasio! Sem mesmo de poder comer de que refazesse as suas forças. Foi assim que els pararam de trabalhar e que eles pegaram o trigo que estavam estocados nos barcos... antes que o exercito não os reprimam.

Napoleão Bonaparte, que passou duas vezes por Pont-de-l’Arche, compreendeu o perigo par a policia interior e fez construir uma represa , inaugurada em 1813. Esta permitia de se dispensar de mão de obra local e continuando a encaminhar o pão que tranquilizava o povo e evitava assim eventuais movimentos de revoltados parisienses. Relembremos que o povo armado fez mudar o curso de Revolução por várias vezes ( a decadesncia do rei, a repressão dso girondinos...) O inicio de XIXe século foi um periodo de miseria para a cidade. Não tinha algum aconteceimento a não ser a ocupaçãp prussiana em 1815, a presença de uma loga maçonica e a criação de uma estação de Alizay-Pont-de-l’Arche em 1843.

 

A revolução industrial : a indusria de chinelos e sapatos

 

 

A revolução industrial atingiu o pais : a industria de chinelos se desenvolveu e trouxe um trabalho muito fracamente remunerado aos habitantes da regiõ poxima. Os chinelos, inicalemente era realizados nas casas dos operários, foram en saguida fabricados nas usinas construidas nas ruazinhas medievais da cidade à partir da metade do XIXe século. Esta industria se propagou e, entre as duas guerras, existiam umas de vinte usinas que empregavam milhares de pessoas. A fabrica de chinelos, e depois de sapatos após a Primeira Guerra mondial, contribui à enriquecer somente à seus proprietários, e notamente são visiveis ainda hoje em dia as belas manções nas avenidas da cidade.

Com a tomada de consnciencia da entreajuda, os operários da cidade fizeram greve em 1900, 1932, 1936 e 1954.... com a finalidade de mater, ou melhorar seus salários.

 

Guerra e destruições

A cidade conheceu a ocupação prussiana em 1870 por causa da ponta, que quase foi dinamitada. Ela acolheu um campo de exército inglês entre 1915 e 1920. Ela conheceu um combate entre os panzers de Rommel e os exércitos frances e inglês em 1940. Essas pontes foram um dos pricipais alvos locais de bombardeamentos aérios da Segunda Guerra mondial. Todavia os bombardeiosnão fez disaparecer o patrimonio da arquitetura da cidade : igreja gótica do XVIe, as casas de faixada de madeira do fin da Idade Média e do Antigo Regime, o tribunal,( ou a juridição ) do XVIIIe século principalmente, a casa do governardor (Xve século?), as muralhas (XIIIe século), o solar de Manon...

 

 

 

 

 

 

Personalidades

A ultima ponte da cidade foi inaugurada em 1955 pelo Senhor Mendès France que era então presidente do Coselho e também conselheiro do cantão de Pont-de-l’Arche. Pont-de-l’Arche ainda acolheu as personalidades letradas : Octave Mirabeau, escritor, Jules Massenet, compositor, Jacques-Henri Lartigues, fotografo. Porém a maior gloria da cidade é Eustache-Hyacinthe Langlois (1777-1837), criança do pais, que era arqueólogo,artista desenhista, novelista...Este homem participou ao lançamento do estudo do patrimonio medieval normando. Ele foi o primeiro investigador do museu das antiguidades de Rouen e foi tambem professor na escola de belas artes. Varias amisades culturais se mobilisaram para homenagear sua memória e fianaciaram seu busto (desaparecido) e um medalhão à Pont-de-l’Arche. Os eleitos de Pont-de-l’Arche doaram seu nome à praça principal da cidade.

 

 

Crescimento demográfico e desenvolvimento dos serviços publicos depois de 1945

 

 

Desde a Segunda Guerra mundial, a cidade conheceu um grande crescimento demográfico consequente à varios projetos imobiliários que acolheram uma população desejosa de viver num quadro de vida agradável. Situada entre o Eure, o Sena e a floresta de Bord, a cidade de Pont-de-l’Arche, é muito proxima dos polos de empregos que são Rouen, Val-de-Reuil e Paris, facilmente ascessivel à partir da construção da autoestrada A 13 em 1967. Os municipios, geralmente situados à esquerda do jogo de xadres politico, companharam então o desenvolvimento dos servoços publicos definidos pelo Governo e enfreitando e assumindo ao crescimento demográfico proprio à cidade ( escolas, creches, infrastuturas esportivas,conservação das ruas e monumentos). Pont-de-l’Arche, comta hoje em dia mais de 4200 habitantes. A cidade faz parte, desde 2001, da comunidade das municipalidade Seine-Eure, que reune os municipios da região de Louviers et de Val-de-Reuil.

 Philippe Auguste fez foritficar a cidade por muralhas de pedra talhada ainda visiveis hoje en dia.

Philippe Auguste fez foritficar a cidade por muralhas de pedra talhada ainda visiveis hoje en dia.

Desinvolvimento de um praça forte : competição na luta entre os dois reis da Inglaterra e da França

Pont-de-l'Arche aparece em seguida mais claramente nos arquivos das lutas entre Ricardo II Coração de Leão, duque de Noramndia e rei da Inglaterra, e Philippe II Auguste, rei de França. Ricardo Coração de Leão fez renovar a ponte da cidade e deu meios necessários à fundação da abadia de Bonport (dois kilometros de Pont-de-l’Arche). Nas lutas entre os dois monarcas, o castelo de Vaudreuil foi destruido o que, assm que o rei da França tomou posse da Normandia, facilitou a escolha de Pont-de-l’Arche como sede militar local. Na verdade, Philippe Auguste fez de Pont-de-l’Arche seu principal lugar de residencia na Normandia. Ele fez foritficar a cidade por muralhas de pedra talhada ainda visiveis hoje en dia. Ele fez o mesmo pelo forte de Limae, situado do outro lado da ponte, margem direita, onde ele bloqueava o acesso, tal como um bureiro. Este forte era dotado de uma torre philipienne que era um oservatorio ideal sobre a circulaàéao fluvial e o sirgagem dos barcos. Os atributos geográficos, aliados aos atributos militares, fizeram que a cidade se torne a sede de um magistrado de Rouen. A data deste estabelessimento nos escapa.

 

 

O papel de Pont-de-l’Arche no dominio terriotorial e da policia interior

A base militar apresentava várias vantajens, tanto pelo dominio territoral perante à enventuais envasores que pela policia interior do reinado. Pont-de-l’Arche permetia o dominio da circulação fluvial e, então o abstecimento de Rouen, cidade que poderia cair nas mãos inimigas.

Isto foi a rasão pela qual nossa cidade foi desafio durante os combates que opuseram os reis de Inglaterra e da França durante a guerra dos cem anos.

Assim Henri V, Henrique V rei de Inglaterra, tornou-se mestre de Pont-de-l’Arche em 148. A cidade conheceu então uma ocupação inglesa até 1449. Em 1346, Eduardo III néao pode tomar Pont-de-l’Arche e prosegui a calvagada para Nantes.

Sobretudo, a cidade oferecia uma base de retraguada ideal no caso de um ataque da capital de alta Normandia :

- no contexo de uma luta contra a Liga do bem publico, em 1466, Luis XI estabeleceu um campo no vale situado entre Pont-de-l’Arche et Pont-Saint-Pierre e isto após ter reconquistado o forte de Limae que tinha sido caido entre mãos de nobres de Louviers, coligados.

- em 1589, as tropas de Henrique IV, que segiaram Rouen, foram abastecidas a partir de Pont-de-l’Arche. Prevcisões que o governardor da cidada, Leblanc du Rollet tinha, entre os promeiros, aberto as portas da cidade à Henrique IV, rei contestado. Esse monarca tinha, em agradecimento, gratificado as armas da cicade de tres flores de lys reais. A cidade descreve o brasão desde então: de areia à ponte de prata construida de areia, ao chefe consturado de azur (azul) carregado por tres flores de ouro.

 

Bastilha descentrada de Rouen, Pont-de-l’Arche, era uma base de retirada em caso de revolta do povo normando. Era um lugar de segurança na medida onde não havia muitos habitantes aqui para provocar uma revolta ultrapassando as forças de policias locais. No mais, dominar a cidade nõ era suficiante:era necessario tomar de assalto o forte de Limae, do outro lado do Sena. Pont-de-l’Arche era então, por motivos de policias interior, de dominar o territorio em caso de guerra, um lugar estrategico:

- foi assim que os protestantes de roeuneses dominaram a cidade, em 1562, com 6 peças de artilharias na esperança de fazer um ganho. Eles se emararam diretamente do poder real, mais en vão pois a cidade ficou fielmente catolica.

- em 1650, a Fronde perturbou a utilidade das fortificações da cidade: o duque de Longueville utilisou a guarnição militar e o castelo contra o poder real. O conte d’Harcourt, que prtegia a viajem do monarca na Normandia, recebeu uma ordem de investir a praça. Ele foi acampar perto do muro com a ajuda dos habitantes que havaim apontado tres canões contra o castelo, do outro lado do Sena. O duque de Longueville se serviu deste lugar forte como um arguemento suplementar par negociar a paz com o rei. As muralhas de Pont-de-l’Arche, ainda visiveis hoje en dia, tornaram-se uma arma diante eventuais rebeldes.

O parlamento da Normandia e o povo de Rouen pediram várias vezes o encerramento destes aqui citados. Noentanto, os nobres que recebiam direitos sobre a cidade negociaram o manteve das foritficações.

Bailiado de Pont-de-l'Arche

Bailiado de Pont-de-l'Arche

Pont-de-l’Arche e a cobiça dos privilégios reais sob o Antigo Régime

As ambições não eram raras que olhavam Pont-de-l’Arche com interesse. A cidade contava com varias taxas que atiravam a avidez.

- a taxa do governador da cidade (policia militar local) : os mais nobres que obtiveram do rei os direitos de governar a cidade foam : Concini, marechal d’Ancre e aliado de Maria de Médicis, Albert de Luynes, Jean-Baptiste d’Ornano, Richelieu.

- 4 tribunais : o tribunal de primeira instancia (o magistrado), o recohlimento do imposto da talha (o trabalho do tabelião), o celeiro de sal (sua venda era um monopolio de Estado) e a administração da águas e das florestas. Esses tribunais atiravam muitos oficais reais na cidade;

- os direitos menores (direitos de passagem sobre a ponte, direito de venda, direito de outorga....) Restaram um desquilibrio destas taxas: entre outros, a fabrica de lençois durou um certo tempo, a cidade de Pont-de-l”Arche não conhcecia nenhuma industria que alimentasse 1700 habitantes que a cidade contave nas vésperar de Revolução franscesa. Ela era que nada menos que a sede da administração local.

 

 

A Revolução franscesa e o Império ou o fin dos privilégios

A Revolução franscesa pois os ponteiro em ordem quendo fez de Louviers a sede da administração local : o papel militar e Pont-de-l”Arche tinha cedido desde muito tempo os beneficios em prol dos ganhos vindos da industria de manufaturas de Louvies, cidade bem mais populada. Em 1790, Elbeuf nõ foi incluida no novo departamento do Eure divido ao recuso de Louvier de coabiatar com seu concorrente fabricante de lençois. Essas dua cidades puderam então se torrnarem as sede da circunscrição.

Fora um juiz de paz e da municipalidade, Pont-de-l'Arche perdeu toda função administrativa. Durante a Revolução, as novas municipalidade archéopontenas, conheceram as mesmas disputas que aquelas que disputaram os nobres de antes a revolução. Todavia, essas eram publicas.

Após 1792, os republicanos avançados tomaram a politicas local. Alexandre de la Fleurière foi administrador de Criquebeuf. Esses dois hommes foram cassados por reação de terminador de 1795. Os pricipais problemas que a cidade conheceu durente esse periodo contituem as disputas entre os regimes do exércio revolucionario e os habitante os mais ligados ao culto católico. Eles conssistiam,sobretudo a famina. Esta era tão atroz que em variios lugares e que os habitants da cidade, desde longos séculos, ajudavam os barcos a passar a ponte que barrava o Sena. Eles puxaram os barco de trigo destinados à população de Paris mais de ventre vasio! Sem mesmo de poder comer de que refazesse as suas forças. Foi assim que els pararam de trabalhar e que eles pegaram o trigo que estavam estocados nos barcos... antes que o exercito não os reprimam.

Napoleão Bonaparte, que passou duas vezes por Pont-de-l’Arche, compreendeu o perigo par a policia interior e fez construir uma represa , inaugurada em 1813. Esta permitia de se dispensar de mão de obra local e continuando a encaminhar o pão que tranquilizava o povo e evitava assim eventuais movimentos de revoltados parisienses. Relembremos que o povo armado fez mudar o curso de Revolução por várias vezes ( a decadesncia do rei, a repressão dso girondinos...). O inicio de XIXe século foi um periodo de miseria para a cidade. Não tinha algum aconteceimento a não ser a ocupaçãp prussiana em 1815, a presença de uma loga maçonica e a criação de uma estação de Alizay-Pont-de-l’Arche em 1843.

 

A revolução industrial : a indusria de chinelos e sapatos

A revolução industrial atingiu o pais : a industria de chinelos se desenvolveu e trouxe um trabalho muito fracamente remunerado aos habitantes da regiõ poxima. Os chinelos, inicalemente era realizados nas casas dos operários, foram en saguida fabricados nas usinas construidas nas ruazinhas medievais da cidade à partir da metade do XIXe século. Esta industria se propagou e, entre as duas guerras, existiam umas de vinte usinas que empregavam milhares de pessoas. A fabrica de chinelos, e depois de sapatos após a Primeira Guerra mondial, contribui à enriquecer somente à seus proprietários, e notamente são visiveis ainda hoje em dia as belas manções nas avenidas da cidade.

Com a tomada de consnciencia da entreajuda, os operários da cidade fizeram greve em 1900, 1932, 1936 e 1954.... com a finalidade de mater, ou melhorar seus salários.

A indusria de chinelos e sapatos

A indusria de chinelos e sapatos

Guerra e destruições

A cidade conheceu a ocupação prussiana em 1870 por causa da ponta, que quase foi dinamitada. Ela acolheu um campo de exército inglês entre 1915 e 1920. Ela conheceu um combate entre os panzers de Rommel e os exércitos frances e inglês em 1940. Essas pontes foram um dos pricipais alvos locais de bombardeamentos aérios da Segunda Guerra mondial. Todavia os bombardeiosnão fez disaparecer o patrimonio da arquitetura da cidade : igreja gótica do XVIe, as casas de faixada de madeira do fin da Idade Média e do Antigo Regime, o tribunal,( ou a juridição ) do XVIIIe século principalmente, a casa do governardor (Xve século?), as muralhas (XIIIe século), o solar de Manon...

 

Personalidades

A ultima ponte da cidade foi inaugurada em 1955 pelo Senhor Mendès France que era então presidente do Coselho e também conselheiro do cantão de Pont-de-l’Arche. Pont-de-l’Arche ainda acolheu as personalidades letradas : Octave Mirabeau, escritor, Jules Massenet, compositor, Jacques-Henri Lartigues, fotografo. Porém a maior gloria da cidade é Eustache-Hyacinthe Langlois (1777-1837), criança do pais, que era arqueólogo, artista desenhista, novelista...Este homem participou ao lançamento do estudo do patrimonio medieval normando. Ele foi o primeiro investigador do museu das antiguidades de Rouen e foi tambem professor na escola de belas artes. Varias amisades culturais se mobilisaram para homenagear sua memória e fianaciaram seu busto (desaparecido) e um medalhão à Pont-de-l’Arche. Os eleitos de Pont-de-l’Arche doaram seu nome à praça principal da cidade.

História de Pont-de-l'Arche (Normandia)

Crescimento demográfico e desenvolvimento dos serviços publicos depois de 1945

Desde a Segunda Guerra mundial, a cidade conheceu um grande crescimento demográfico consequente à varios projetos imobiliários que acolheram uma população desejosa de viver num quadro de vida agradável. Situada entre o Eure, o Sena e a floresta de Bord, a cidade de Pont-de-l’Arche, é muito proxima dos polos de empregos que são Rouen, Val-de-Reuil e Paris, facilmente ascessivel à partir da construção da autoestrada A 13 em 1967. Os municipios, geralmente situados à esquerda do jogo de xadres politico, companharam então o desenvolvimento dos servoços publicos definidos pelo Governo e enfreitando e assumindo ao crescimento demográfico proprio à cidade ( escolas, creches, infrastuturas esportivas,conservação das ruas e monumentos). Pont-de-l’Arche, comta hoje em dia mais de 4200 habitantes. A cidade faz parte, desde 2001, da comunidade das municipalidade Seine-Eure, que reune os municipios da região de Louviers et de Val-de-Reuil.

Armand Launay

Pont-de-l'Arche ma ville

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Mes activités

Armand Launay. Né à Pont-de-l'Arche en 1980, j'ai étudié l'histoire et la sociologie à l'université du Havre (Licence) avant d'obtenir un DUT information-communication qui m'a permis de devenir agent des bibliothèques. J'ai ainsi été formateur en recherche documentaire et en rédaction de littérature scientifique. Compte LinkedIn.

Depuis 2002, je mets en valeur le patrimoine et l'histoire de Pont-de-l'Arche à travers :

- des visites commentées de la ville depuis 2004 ;

- la publication de 20 numéros de La Fouine magazine (2003-2007) et d'articles : "Conviviale et médiévale, Pont-de-l'Arche vous accueille", Patrimoine normand n° 75 ; "Pont-de-l'Arche, berceau de l'infanterie française ?", Patrimoine normand n° 76 ; "Bonport : l'ancienne abbaye dévoile son histoire", Patrimoine normand n° 79 ; "Chaussures Marco : deux siècles de savoir-plaire normand !", Pays de Normandie n° 75.

Bibliographie

- L'Histoire des Damps et des prémices de Pont-de-l'Arche (éditions Charles-Corlet, 2007, 240 pages)

- Pont-de-l'Arche (éditions Alan-Sutton, collection "Mémoire en images", 2008, 117 pages)

- Pont-de-l'Arche, cité de la chaussure : étude sur un patrimoine industriel normand depuis le XVIIIe siècle (mairie de Pont-de-l'Arche, 2009, 52 pages)

- Pont-de-l'Arche, un joyau médiéval au coeur de la Normandie : guide touristique et patrimonial (mairie de Pont-de-l'Arche, 2010, 40 pages).

- Pont-de-l'Arche 1911 I 2011 : l'évolution urbaine en 62 photographies (mairie de Pont-de-l'Arche, 2010, 32 pages).

De 2008 à 2014, j'ai été conseiller municipal délégué à la communication et rédacteur en chef de "Pont-de-l'Arche magazine".

Depuis 2014, je suis professeur de philosophie à Mayotte. Gege wanazioni wangu !

Réflexion

Le temps n'est pas. Il n'y a qu'une règle graduée portant les marques "hier, aujourd'hui et demain" ; c'est-à-dire quelques traits issus de la faculté des Hommes à compter le passage des astres ; beautés et mesures à la fois, par Odin !

C'est avec cette règle que les Hommes tentent de mesurer les phénomènes les plus apparents. Ils se donnent des repères parmi l'érosion, véritable mère de la prise de conscience : "ce qui est rare à du prix" écrivait Chateaubriand. 

Il s'agit alors de prendre conscience de l'interdépendance entre tous les phénomènes, leur âme, et leur manière de s'attacher à notre âme. Pont-de-l'Arche où la terre natale... 

Ces phénomènes alimentent notre bonheur : sens du savoir, comment se crée notre notion du bienêtre, d'où vient notre conscience de ce qui est bon, quelles en sont les limites ? 

Bonheur, sens et quête du savoir ; horizon qui donne une orientation à notre cheminement ; orientation vers la naissance de la lumière quelle que soit la saison ; sève de notre arbre généalogique ; doute qui permet de poser peut-être les bonnes questions...

Rabelais quoi qu'il en soit... entre vins, livres et mets sapides : conscience du savoir s'il sait sucrer le faste palais du quotidien et donc là où se rassemblent les gens... érudition en entrée, curiosité en plat principal et conscience en dessert... et inversement, même si c'est moins agréable, pour un étudiant. 

Enfin, n'oubliez pas de poursuivre l'observation dans un verre à dégustation rempli de Calvados du bon bocage normand ! Au-delà des ténèbres de la Genèse, vous y verrez luire les étoiles de l'esprit et des plaisirs...